Fonte: Post.Punk.com
03 novembro 2023
TWIN TRIBES estreia vídeo de “Monolith” E anuncia novo álbum “Pendulum”
07 julho 2023
MATANZA RITUAL FEST confirmado em dezembro com CRYPTA, BLACK PANTERA e MALVADA
A produtora Top Link Music anunciou hoje, pela manhã, que irá realizar o Matanza Ritual Fest no dia 09 de dezembro deste ano, na casa de shows Audio, localizada em São Paulo.
O evento promete marcar história ao reunir algumas das principais bandas do Brasil, e os ingressos já estão disponíveis para compra no site da Ticket 360. O line-up incluirá as bandas Matanza Ritual, Crypta, Black Pantera e Malvada, e a união desses grupos promete ser um verdadeiro ritual caótico.
Com relação ao Matanza Ritual, o vocalista Jimmy London ressalta: "O Ritual surgiu da necessidade de expurgar nossos demônios, algo que nunca morre. Cada show é um exorcismo das dificuldades que enfrentamos no cotidiano, e usamos a arte para vomitar todas as coisas ruins e sair suados, felizes e cansados."
Ele ainda adiciona: "Nossa proposta é criar uma celebração, uma oportunidade de reviver aquele "ritual insano" que ocorre a cada encontro com o público do Matanza. Para isso, convidamos os melhores músicos do país para serem os mestres dessa loucura. Encontramos vocês no festival!", afirma.
18 junho 2023
Falta pouco para o show do DRACONIAN em São Paulo!
Conhecida mundialmente pelo seu estilo de metal gothic/doom, a banda sueca Draconian finalmente fará sua tão esperada estreia no Brasil em agosto de 2023. O show será realizado em São Paulo, no Fabrique Club, no dia 26 de agosto, um sábado.
A vinda dos suecos ao Brasil e outros países da América do Sul, pela primeira vez, é ainda mais especial neste momento, pois marca o retorno da vocalista original Lisa Johansson. Lisa participou dos primeiros cinco álbuns da banda e agora retornará para dividir os vocais com Anders Jacobsson, responsável pelos guturais.
Assim, os fãs e admiradores do som intenso e sensível do Draconian, dentro do gênero gothic/doom, terão uma oportunidade única de presenciar Lisa cantando as músicas do último álbum, "Under A Godless Veil", que contou com os vocais femininos da ex-vocalista Heike Langhans.
Além disso, a banda promete para o show em São Paulo, em agosto de 2023, um setlist abrangendo toda a sua extensa carreira.
"Under A Godless Veil", lançado em 2020 pela Napalm Records, é o sétimo álbum de estúdio do Draconian e é considerado o registro mais diversificado, impulsionando ainda mais a carreira dos músicos suecos. Nesse álbum, a banda refinou suas características melodias melancólicas, abordando questões existenciais e filosóficas.
Não é à toa que a banda é um nome frequente em grandes festivais de música pesada pela Europa.
Adicionalmente à volta de Lisa, o Draconian conta com um novo guitarrista, Niklas Nord. Completando a formação estão o guitarrista, principal compositor e membro fundador Johan Ericson, juntamente com o baixista de longa data Daniel Arvidsson e o baterista Jerry Tortensson.
Em uma declaração aos fãs do Brasil, o Draconian assegura estar preparado e empolgado para proporcionar um show longo e especial.
Os ingressos já estão disponíveis para venda online através do link: https://pixelticket.com.br/.../11640/draconian-em-sao-paulo
03 maio 2023
Setembro Negro comemora sua 15ª edição e realiza uma ‘Pré-Festa’ no dia 07 de Setembro
As bandas que farão parte da 'pré-festa', são: Erasy (BR), Burn The Mankind (BR), Warshipper (BR), Leviaethan (BR), Primitive Man (EUA) e como headliner o lendário Voivod (CAN).
ATENÇÃO: Aqueles que já compraram, ou irão comprar, o ingresso COMBO ganham o direito de acesso (sem custo adicional) a pré-festa. Basta apresentar o ingresso COMBO no dia da pré-festa para ter o acesso.
01 maio 2023
SUMMER BREEZE BRASIL: confira como foi o segundo dia do evento
30 abril 2023
Summer Breeze Brasil: saiba como foi o primeiro dia do evento.
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| Blind Guardian, atração principal do dia 29/04. | Foto: Rapha Garcia |
Introdução: Júlio Feriato
Confesso que há muito tempo não participava de um evento tão incrível como a primeira edição do festival Summer Breeze Brasil, em São Paulo. As expectativas eram altíssimas devido ao grande número de bandas confirmadas, das quais sou fã da maioria. Quase desisti de ir, pois moro no interior há muitos anos, distante da capital paulista, e participar desse evento exigia muita disposição física e principalmente financeira. Mas felizmente decidi ir.
O relato que você irá ler contém principalmente as observações do colega Rafael Orsi, e, logo abaixo, as minhas (em itálico), já que é impossível acompanhar tudo o que aconteceu num evento tão grandioso como o Summer Breeze. No entanto, pelo menos podemos ter uma ideia de como foi.
Sábado 29/04 - Por Rafa Orsi
Vi muitas pessoas reclamando que esse evento era elitista, com preços absurdos, destinado apenas aos ricos, e assim por diante. Mas o que fazemos com um sistema voltado aos mais abastados? Nós o corrompemos de dentro para fora. Comprei um ingresso revendido por 350 reais, abaixo do preço de 425 reais praticado na bilheteria da Áudio (preço da meia-entrada e promocional). Em vez de ficar reclamando, acredito que devemos encontrar uma maneira de conseguir entrar. E acho que paguei um valor justo considerando a quantidade de bandas que vi. Como vocês poderão ver abaixo.
No entanto, o evento não foi perfeito, longe disso. Houve algumas falhas na organização que vou mencionar. Vou tentar ser o mais breve e direto possível, então vamos lá!
FILA: Apesar do local ser espaçoso, ter apenas uma entrada para o público em geral resultou em filas enormes e fez com que muitas pessoas perdessem o primeiro show devido à demora na entrada. E olha que eu mal fui revistado.
Nota do R.: Felizmente, não precisei enfrentar o transtorno da fila, conforme mencionado pelo colega Rafa Orsi, porque fui credenciado como jornalista. Isso tornou a minha experiência muito mais tranquila nesse aspecto. Além disso, foi surpreendente notar que nossas mochilas não foram revistadas, algo que nunca havia presenciado antes. Não tenho certeza se essa é uma prática positiva ou negativa, mas pessoalmente, gostei dessa abordagem.
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| Brutal Brega. | Foto: Marcos Hermes |
JOÃO GORDO - BRUTAL BREGA (11:30 - 12:30) (Palco Sun)
O primeiro show que assisti foi o do BRUTAL BREGA, banda de João Gordo do R.D.P., que geralmente é divertido, mas desta vez Gordo parecia envergonhado de tocar suas músicas. Não entendi bem o que estava acontecendo, pois cheguei depois do início. O Gordo reclamava de algumas músicas ou artistas, então o que deveria ser uma brincadeira acabou se tornando um momento constrangedor. A banda era boa, apesar do som ainda não estar totalmente ajustado. Se o Gordo não tivesse desanimado, talvez por causa do horário (se alguém souber, comente aqui), teria animado mais o público. Ao meio-dia, muitas pessoas se dirigiram para o palco do Benê, eu incluso.
Nota do R.: Cheguei pontualmente durante o show do BRUTAL BREGA, mas como não aprecio esse estilo musical, não dei muita atenção. Em vez disso, decidi explorar aquela área do evento, que estava repleta de barracas de lojas conhecidas, como Classic Metal, Roadie Crew e Overload. Além disso, havia a feira Horror Expo 2023 acontecendo em um dos saguões. Ah, também havia uma feirinha Viking bem ao lado, com uma variedade de produtos relacionados. Aproveitei para comprar um par de óculos escuros lá, já que o sol estava muito forte do lado de fora. Aliás, fica a dica para o próximo Summer Breeze: não se esqueçam de levar protetor solar.
Mais adiante, havia uma barraca onde os artistas dariam autógrafos após os shows e, curiosamente, já havia pessoas formando uma fila. Logo ao lado, estava o saguão onde acontecia uma feira de tatuagem, com diversos tatuadores exibindo seus trabalhos e também tatuando aqueles que tinham coragem de passar horas no evento enfrentando a dor.
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| Benediction. | Foto: Marcos Hermes. |
BENEDICTION (12:00 - 13:00) (Palco Ice)
Eu conheci essa banda na época do Fúria Metal, que passava alguns vídeos. Não sou um grande conhecedor, mas achei as guitarras sem definição. Às vezes eu não entendia o que estava acontecendo, e até nas músicas que eu conhecia demorava para reconhecer. Apesar de estar animado por ser a primeira vez que vi a banda, queria ter curtido mais. Uma pena.
Nota do R.: Eu tenho uma observação diferente do colega Rafa, porque de onde eu estava, bem em frente ao palco, o som estava muito bom. As guitarras estavam perfeitamente audíveis, assim como o restante da banda. É interessante como o som pode ser diferente dependendo do lugar em que você está. De qualquer forma, não fiquei até o final porque estava ansioso para o show da CRYPTA, que seria logo em seguida no Palco Sun. Então fui para lá.
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| Marc Martel. | Foto: Wellington Penilha |
MARC MARTEL (13:05 - 14:05) (Palco Hot)
Esse cara realmente canta muito parecido com o Freddie Mercury, mas ele opta por notas mais baixas e não usa tantos drives como o Frederico. Eu assisti apenas a Bohemian Rhapsody e decidi ir para o show da Crypta. Mas vamos ser realistas, ninguém vai ser igual ao Freddie mesmo, então é melhor se conformar.
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| Crypta. | Foto: @welpenilha e @raphagarcia |
CRYPTA (13:15 - 14:15) (Palco Sun)
Meu amigo... Para chegar ao palco onde as mulheres tocaram, era necessário atravessar uma passarela, sabe? Quando estava lá em cima, notei que o espaço reservado para o palco delas estava lotado, completamente lotado... Olhei para trás, de onde eu vinha, e confirmei: HAVIA MAIS PESSOAS ASSISTINDO À CRYPTA DO QUE AO MARC MARTEL. Bem... Na próxima edição, elas terão que tocar em um dos palcos principais, certo, Summer Breeze Brasil?
Quando cheguei, o show já havia começado, infelizmente perdi o começo, mas o som estava incrível (mesmo palco do João Gordo). Aos poucos, fui me aproximando da grade pelo lado direito. E achei o show delas perfeito, um dos melhores do festival. Não apenas pela performance no palco, mas também pelo som. Perceber o quão bem elas tocam deixa claro que todo o sucesso é merecido.
Qualquer músico que queira entender por que elas são tão aclamadas precisa assistir ao show delas. Elas merecem todo o reconhecimento, muito mais turnês e sucesso. Como sou guitarrista, fico impressionado com a habilidade da Tainá e da Jessica ao tocar. E a Fefê também arrasa com suas habilidades vocais agudas e graves. É simplesmente incrível.
Nota do R.: Ao contrário de Rafa, consegui chegar ao Palco Sun antes do início do show das meninas e assisti à apresentação desde o começo. Antes mesmo de começarem a tocar, as garotas já estavam no palco fazendo o teste de som e dava para perceber que algo não estava certo, pois elas não escondiam a expressão tensa em seus rostos. Isso se confirmou quando o show realmente começou. O som estava baixo, a guitarra de Jessica Di Falchi quase não tinha som, e a vocalista Fernanda Lira pedia constantemente para aumentarem o retorno dela. Felizmente, tudo se normalizou a partir da segunda música, "Possessed", e o restante vocês já leram nas palavras do meu colega.
AUTÓGRAFO BLIND GUARDIAN (começou às 16:30)
Após o show das meninas, fiquei duas horas esperando na fila gritando com algumas pessoas mal-educadas que tentavam furar na nossa frente, devido à falta de organização da equipe responsável. Mas no final deu tudo certo.
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| Lamb of God. | Foto: @raphagarcia |
LAMB OF GOD (17:25 - 18:25) (Palco Hot)
Realmente não é uma banda do meu estilo, mas a qualidade do som estava ótima. O impacto do bumbo vibrava em nosso peito, o que deve ter sido muito legal para os fãs. Eu aproveitei para descansar e ficar sentado durante o show.
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| Wolf Hoffmann, do Accept. | Foto: @welpenilha |
ACCEPT (18:30 - 19:50) (Palco Sun)
Houve a reprodução de um som estranho antes do início do show, indicando algum bug, mas não tenho certeza do que ocorreu exatamente. De repente, a intro de "Zombie Apocalypse" do novo álbum começou a tocar e a banda entrou no palco um tanto desconcertada. Para mim, que já os vi inúmeras vezes, ficou evidente que algo estava errado, mas o público não se importou. É ACCEPT, caramba! Verdadeiros mestres do heavy metal alemão. Tocaram uma série de clássicos, um atrás do outro. Houve até um belo medley com trechos de diversas músicas clássicas. Foi um set completo e empolgante, apesar de ser mais curto.
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| Blind Guardian. | Foto: @raphagarcia |
BLIND GUARDIAN (20:05 - 21:50)
1 - Imaginations From the Other Side
2 - Welcome to Dying
3 - Nightfall
4 - Time Stands Still (At the Iron Hill)
5- Time What Is Time
6- Journey Through the Dark
7- Black Chamber (em uma versão estendida diferente do Forgotten Tales)
8- Theatre of Pain
9- The Quest for Tanelorn
10- Ashes to Ashes
11- The Bard's Song - In the Forest
12- The Bard's Song - The Hobbit
13- The Piper's Calling (com solo de bateria)
14- Somewhere Far Beyond
15- Lord of the Rings (não precisava, mas ok)
16 -Violent Shadows (pra que?)
17- Majesty
Pegadinha do malandro:
19- Mirror Mirror
20 abril 2023
Summer Breeze Brasil: Electric Gypsy vence o concurso 'New Blood'
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19 abril 2023
Os pioneiros do Thrash Metal, FORBIDDEN, anunciam seu retorno
21 março 2023
Como o Skid Row escreveu 'I Remember You'
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| Skid Row será uma das atrações do Summer Breeze Brasil em abril. |
O baixista Rachel Bolan co-escreveu ou escreveu todas as músicas dos dois primeiros álbuns do Skid Row. A estreia autointitulada da banda em 1989 e a selvagem continuação de 1991, “Slave to the Grind”, se sustentam tão bem ou melhor do que qualquer LP de rock lançado naquela época.
Bolan copiou seu sobrenome de palco da lenda do glam-rock Marc Bolan. E seu piercing no nariz deu a ele uma aparência única em meio a uma era do rock conhecida pelo talento visual. O principal parceiro de composição de Rachel Bolan, tanto na época quanto agora, é o guitarrista Dave “Snake” Sabo. Skid Row também possui uma das melhores duplas de guitarra dos anos 80 , em Sabo e Scotti Hill.
Junto com o baixo aracnídeo de Bolan, não prejudicou a sorte da banda ter o estrondoso baterista Rob Affuso atrás do kit. Ou ser liderado por Sebastian Bach, um cantor com flautas e personalidade maiores do que a vida. Como muitos fãs sabem, Skid Row e Bach se separaram por volta de 1996. Affuso também partiu nessa época.
Como a maioria das bandas que existem desde o governo Reagan, o Skid Row passou por algumas mudanças de pessoal. Mas esse núcleo criativo de Bolan, Sabo e Hill permanece intacto. Rob Hammersmith é o baterista do Skid Row desde cerca de 2010. A sensação sueca Erik Grönwall recentemente se tornou o vocalista da banda, e possivelmente o mais adequado para eles desde Bach.
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| "Erik Grönwall (à frente) se tornou o vocalista da banda em 2022." |
Em outubro de 2022, o Skid Row lançou seu primeiro álbum completo desde 2006, intitulado "The Gang's All Here". Ao longo dos anos, a banda experimentou diferentes tons de rock, incluindo a favorita dos fãs da era alternativa “Subhuman Race”. Mas “The Gang's All Here” soa como 1989, da melhor maneira!
Em uma tarde recente, Bolan ligou de sua casa em Nashville antes de voltar para a estrada com o Skid Row. Abaixo estão trechos editados.
Nós escrevemos algumas coisas há um tempo atrás e tínhamos um monte de músicas juntos. E quando nos encontramos com Nick Raskulinecz, nosso produtor, ele disse: “Cara, eu quero fazer um disco como os discos do Skid Row que comprei quando era mais jovem”, porque ele era um fã. E nós somos como, tudo bem, legal. É estranho. Porque quando você está na banda, você realmente não percebe que está se afastando de suas raízes, porque é uma progressão natural muito lenta. Então Nick foi muito instrumental, e sem trocadilhos, em nos trazer de volta ao jeito que costumávamos escrever músicas. E a maneira como costumávamos gravar. Ele é da velha escola. Ele gosta de amplificadores altos, bateria alta, muitos gritos e coisas assim. Ele ajudou a nos guiar de volta às nossas raízes. E eu concordo com você. Acho que “Gang's All Here” realmente resume o som clássico do Skid Row.
Nós vamos chegar uns aos outros com idéias. Sentamos em uma sala e conversamos por um tempo, e só então começamos a tocar riffs um para o outro ou, “Ei, cara, eu tenho essa parte para uma música,” e nós realmente não temos nenhuma fórmula definida para qualquer coisa. E é assim que trabalhamos sempre. Eu costumo escrever muitas letras, mas não escrevo todas. E sabemos que a maior coisa que temos a nosso favor é que ambos conhecemos nossos próprios pontos fortes e nossas próprias fraquezas. E quando um cara não está sentindo algo, o outro entende, quando escrevemos juntos. É apenas uma combinação que funciona por algum motivo. [Risos] E sempre foi assim.
Cresci em Toms River, Nova Jersey, que fica bem perto do oceano perto de Seaside (Heights), Nova Jersey. E aqueles caras ficavam um pouco mais ao norte, mas passavam os verões lá, quando não nos conhecíamos. E então (liricamente) era meio que a história de sair no verão com as pessoas e outros enfeites.
08 março 2023
Veja os horários de todos os shows do Summer Breeze Brasil 2023
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| Festival acontece nos dias 29 e 30 de Abril no Memorial da América Latina, em São Paulo |























